Um integrante da Polícia Militar de Pernambuco, que por motivos óbvios preferiu não se identificar, enviou carta ao governador Paulo Câmara pedindo para não ter aumento. É que a proposta do Governo do Estado, segundo ele, beneficia só os oficiais e reduz o salário dospraças.
O blog teve acesso a uma cópia da carta, através de um policial da região:
Sr. Governador, por favor dê o aumento só aos coronéis, deixe o nosso do jeito que está, pois com essa proposta nossos salários irão diminuir, e muito, por conta da EXTINÇÃO do Risco de Vida e Auxílio Transporte, além dos DESCONTOS do Funafin de 13,5℅ e Imposto de Renda de 22,5℅, o Senhor quer nos dá 27,49℅ de aumento, descontar 36℅( Funafin e Imposto de Renda) e ainda nos tirar R$ 900,00 de gratificações ( risco de vida e auxílio transporte )?
Minha conta não bate, vou ter meu salário diminuído. Faça isso não Excelência, tenha pena dos praças e da segurança pública que está um caos!
Ah sim, veja também esse artigo que diz que o militar só ganhará aumento se não for punido, pois vai ter resultado reverso, prisão nos quartéis vai ser boia para não ganharmos o aumento, viveremos sob constante ameaça e medo de ser punidos para não perder a progressão de faixa, já não basta a pressão de vestir a farda sem saber se voltaremos vivos para casa?
Agradeço a compreensão, que o Senhor e sua família tenham um carnaval tranquilo.
Minha conta não bate, vou ter meu salário diminuído. Faça isso não Excelência, tenha pena dos praças e da segurança pública que está um caos!
Ah sim, veja também esse artigo que diz que o militar só ganhará aumento se não for punido, pois vai ter resultado reverso, prisão nos quartéis vai ser boia para não ganharmos o aumento, viveremos sob constante ameaça e medo de ser punidos para não perder a progressão de faixa, já não basta a pressão de vestir a farda sem saber se voltaremos vivos para casa?
Agradeço a compreensão, que o Senhor e sua família tenham um carnaval tranquilo.
Que este seja um carnaval cheio de alegrias e segurança para toda a sociedade pernambucana.
De um praça aflito. Roberto Almeida

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